A crise obriga a pensar

Transcrição de pequeno texto escrito por Ayn Rand, (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos a meio da década de 1920), e que, hoje, deve ser devidamente interpretado. Seguem-se-lhe referências complementares.

Sociedade condenada

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício;
Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Seguem-se referências a outros textos que ajudam a pensar na crise que nos oprime:

Todos sabem que Portugal não é a Grécia, mas convém ver as diferenças significativas sem olhar apenas para a antiga cultura grega e os descobrimentos portugueses, mas analisando as causas do problema actual. E depois concluir se, realmente e em aspectos estruturais e essenciais, a Situação de Portugal é muito diferente da Grécia’. Será que se pode concluir que Somos assim tão diferentes dos gregos?
A Situação na Grécia resultou de ‘legado de anos de políticas irresponsáveis’ e entre nós quais foram as causas?
E, depois de muita meditação, talvez se possa dar resposta à pergunta Porque já se fala num segundo resgate para Portugal?

E como se compreende que governantes em funções de alta responsabilidade façam afirmações aparentemente oníricas como a que manifesta o desejo ou faz a promessa de obter Ligação de Sines em bitola europeia até 2014, pois parece não ser viável a médio prazo como diz o artigo Linha Sines-Badajoz não tem continuidade no lado espanhol.

E como se compreende que, na actual situação em que deve haver união de esforços e de energias de todos os sectores nacionais, se constate a discordância da oposição em relação a desejos ou «promessas» de soluções para variados problemas, por vezes em forma de reparos muito sensatos e com sentido de Estado? Certamente tais divergências mostram que o Governo se subordina incondicionalmente a pressões estranhas, esquecendo-se de dialogar mais intensamente com os partidos nacionais, os quais, como manda a lógica, devem ser melhores defensores dos interesses nacionais do que os líderes de países estrangeiros que, racionalmente, sobrepõem a tudo os seus próprios interesses nacionais.

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