Irene Fonseca de parabéns

Irene Fonseca, nascida em Lisboa, a 10 de Julho de 1956, licenciou-se em matemática na Faculdade de Ciências da Universidade desta cidade e doutorou-se em 1985 na Universidade do Minnesota (EUA). Fez o pós-doutoramento em Paris e em 1997 e 1998 trabalhou no Instituto Max Planck em Leipzig, na Alemanha.

É provavelmente a mais conhecida matemática portuguesa e uma das mais citadas internacionalmente. Irene Fonseca trabalha desde 1987 na Carnegie Mellon, Pittsburg, EUA, onde actualmente dirige o Center for Nonlinear Analysis.

Esta portuguesa, que muito prestigia o País, foi eleita presidente da Sociedade de Matemática Aplicada e Industrial (SIAM – Society for Industrial and Applied Mathematics), sedeada em Filadélfia, sendo a primeira vez que um português preside à instituição fundada em 1952. A SIAM é a maior sociedade científica dedicada à Matemática Aplicada, constituída por cerca de 13 mil membros individuais e 500 institucionais de todo o mundo.

O ministro da Educação e Cultura enviou à cientista uma mensagem, em seu nome e do Ministério felicitando-a pela sua eleição como presidente da SIAM que considera mais um reconhecimento de uma exemplar dedicação à ciência e à investigação que a conduziu a uma brilhante carreira de nível internacional.

Neste espaço, é já tradição destacar compatriotas que se distinguem na ciência e noutras actividades que contribuem para a boa imagem de Portugal e para o se desenvolvimento em benefício geral da população. Por isso não se podia deixar perder esta oportunidade de citar Irene Fonseca e de lhe enviar parabéns e votos de continuação dos maiores êxitos.

Imagem do Google

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One Response to Irene Fonseca de parabéns

  1. ajoaosoares says:

    Freitas do Amaral não conseguiu ultrapassar a sua formação de professor de Direito, com a argumentação baseada na «legalidade». Ora, esta é uma artificialidade criada pelos políticos para satisfazerem os seus intuitos pessoais e de «bando» de ambição e poder financeiro. Há que preparar uma rotura de regime e de mentalidades dos governantes e isso tem que contrariar a legalidade vigente.

    Sem tal ilegalidade o mundo não evolui tanto quanto o desejável.
    O povo merece mais do que a triste realidade que o explora e oprime. O regime impõe a escolha entre listas que contêm nomes que não são conhecidos da maioria dos eleitores, mas estes acabam por votar numa delas, levados por promessas mentirosas ou sem a suficiente credibilidade.
    Depois, aceita a desgraça embora tenha a convicção de que, 4 anos depois, será o caos, o qual fica para martírio dos seus filho e netos. Seria mais honesto, coerente e corajoso que não se adiasse o caos para quem vier a seguir. Porque não se arrisca o caos agora mesmo? Porque não se elimina um dos mentirosos, já, para levar os outros a serem mais sérios e prudentes, dedicando-se mais às suas tarefas, para bem dos cidadãos? Se a eliminação desse não for suficiente para moralizar os restantes, aplica-se a mesma receita a outro… e assim sucessivamente até a governação ser feita para os cidadãos comuns e não para os do poleiro contra os interesses nacionais.

    Quanto mais tarde for aplicada a terapia maior o risco de o doente se tornar incurável e morrer da pior forma. Porém, para evitar este mau (mas justo) destino dos políticos actuais está na sua mão fazer a reforma indispensável das suas mentalidades. Têm que se convencer seriamente de que a sua tarefa não pode continuar a ter como principal objectivo o seu enriquecimento ilícito à custa do povo, nem pelo processo do bando do BPN, nem com as conivências da Face Oculta, ou do IPO/Lima/Isaltino…

    Como a Humanidade se regozijaria se os actuais poderes procedessem já à moralização do regime, à reforma pacífica do sistema. Com essa solução evitar-se-iam os graves prejuízos de uma mudança violenta. No caso do Egipto ainda não foi ultrapassada a crise, o seu PREC ainda dura, o povo ainda não está a colher benefícios do golpe.

    A nível Europeu e Mundial, a reforma dos sistemas que ocasionaram a crise actual é indispensável e inadiável. Mas tem que ser muito bem pensada e preparada, não com base na legalidade vigente, mas numa moralidade que tenha as pessoas como objectivo. Não convém que seja imposta por um teórico distante do mundo real, mas também não se pode esperar que seja apoiada pela generalidade dos políticos actuais, porque a esses não interessa mudar os vícios e as manhas que os tornaram ricos por efeito de varinhas mágicas e truques inconfessados.

    Dado o entendimento Merkel- Sarkozy, está adiado o perigo que ocasionou as duas guerras mundiais, devidas a problemas entre os seus dois Estados, mas se encarassem uma solução para uma NOVA ERA, tendo em vista a Paz e o desenvolvimento dos mais carenciados, reduzindo o fosso entre os G20 e os P20 (países mais pobres e mais pequenos), poderiam estar no bom caminho para a felicidade das gerações do porvir.

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