Vontade do povo resiste às armas

É antigo o dito «querer é poder» e os acontecimentos das últimas décadas mostram bem que o povo, quando tem vontade partilhada colectivamente e quando está estruturado com uma organização social assumida na generalidade, consegue sobreviver a acções militares de grande intensidade. Aconteceu no Vietname, em grande parte das antigas colónias, no Iraque, no Afeganistão, na Líbia e estará prestes a concretizar-se na Síria e no Iémene.

A notícia «Ao fim de dez anos de guerra afegãos já não duvidam do regresso dos taliban»” em que é afirmado que «a única maneira de pôr fim à luta contra os taliban é trazê-los para o poder e mandar os estrangeiros embora”, insiste Muttawa (kilWakil Ahmad Muttawakil, ex-braço direito do líder dos taliban, mullah Omar) numa entrevista à Reuters na sua casa de Cabul. Além disso, acrescenta, a insegurança e a imoralidade floresceram desde que as tropas lideradas pelos Estados Unidos derrubaram o regime dos “estudantes de teologia” em Cabul.

Este e outros casos deveriam ser bem meditados pelas grandes potências antes de decidirem a guerra, que muitas vezes surge por pressão dos magnates do «complexo industrial militar» a que se referiu Eisenhower depois de sair da Presidência dos EUA..

Imagem do Google

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