Convulsões sociais. Mais vale evitar

Depois das convulsões no Egipto no início deste ano que culminaram com o abandono do Poder por parte de Osni Mubarak, têm ocorrido frequentes manifestações de desagrado com as autoridades e a última, na noite de sexta-feira, fizeram dezenas de feridos em confrontos entre partidários e opositores de Mubarak.

É mais um caso a confirmar que é melhor evitar do que remediar, o que significa que o Poder deve prestar mais atenção à vontade do povo e não governar contra ele, mas sim para ele e por ele. Os governantes não devem considerar-se donos do País, mas sim servidores dos cidadãos e actuando em nome deles e com o pensamento em criar melhores condições de vida para a generalidade deles.

Os ouvidos do poder devem estar atentos a reclamações e lamentos dos cidadãos e resolver atempadamente aquilo que não está devidamente correcto e com justiça social. Dessa forma se poderá evitar convulsões violentas que sempre deixam rastilhos para posteriores confrontos, sempre indesejáveis pelos custos sócio-económicos que acarretam.

Fica aqui este alerta para a necessidade de prevenir situações graves de desagrado, principalmente neste período em que se deseja a melhor convergência de esforços para ultrapassar a crise que nos preocupa.

Imagem do Google

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